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	<title>Carolina Chazaro &#8211; Global Health Intelligence – Healthcare Market Insights for Emerging Markets</title>
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	<title>Carolina Chazaro &#8211; Global Health Intelligence – Healthcare Market Insights for Emerging Markets</title>
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		<title>Seis principais preocupações dos brasileiros relacionadas à saúde</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/seis-principais-preocupacoes-dos-brasileiros-relacionadas-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 21:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela primeira vez, desde a pandemia de Covid-19, a saúde se tornou a principal preocupação dos brasileiros, superando problemas como educação, criminalidade/violência e pobreza/desigualdade. Isso é o que diz o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, desde a pandemia de Covid-19, a saúde se tornou a principal preocupação dos brasileiros, superando problemas como educação, criminalidade/violência e pobreza/desigualdade. Isso é o que diz o <a href="https://www.ipsos.com/en-th/what-worries-world-april-2024" target="_blank" rel="noopener">estudo <em>What Worries the World?</em></a>, divulgado pelo Instituto Ipsos em abril de 2024. O índice está, sem dúvida, associado à grave epidemia de dengue em todo o Brasil no primeiro semestre. Mais recentemente, pode ter relação com os casos de mpox, que, até setembro deste ano, passou de mil, com as ameaças da volta de doenças como o sarampo e a poliomielite, e ainda com as doenças respiratórias em decorrência da fumaça das queimadas que cobriu mais de 60% do território nacional em setembro de 2024.</p>
<p>Embora o Brasil seja o único país com mais de 100 milhões de habitantes a ter um sistema de saúde pública gratuito e o Sistema Único de Saúde (SUS) ser referência mundial, o setor enfrenta muitos problemas e dificuldades, que vão desde falta de capacidade técnica e de recursos para atender à enorme demanda – hoje, mais de 70% da população brasileira depende do SUS – a falta de investimentos e problemas de gestão.</p>
<p>E não é apenas a saúde pública que está no topo da lista de preocupações e considerada a principal prioridade do atual Governo Lula – pacientes do sistema privado também sofrem com as altas consecutivas dos planos de saúde e, em meio ao aumento de casos de depressão e ansiedade, a saúde mental também entrou no tópico.</p>
<h3>A seguir, listamos algumas das principais preocupações apontadas pelos brasileiros no sistema de saúde nacional:</h3>
<hr />
<h2><strong><span style="color: #6aac3f;">1. </span>Qualidade e quantidade de hospitais públicos, leitos e postos de saúde</strong></h2>
<hr />
<p>De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também divulgada em abril, os brasileiros apontam a Saúde Pública como setor crítico. No levantamento, mais de 20% consideram prioridade melhorar as condições dos hospitais e postos de saúde – as Unidades Básicas de Saúde (UBS) – do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Um estudo realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), feito com base no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES), divulgou que, entre 2010 e 2023, os hospitais públicos perderam 25 mil leitos de internação – passando de 335 mil para 309 mil.</p>
<p>As UBS sofrem com o mesmo problema. Consideradas as portas de entrada para a atenção à saúde (atenção primária), atualmente, muitas UBS registram escassez de remédios e insumos para doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, cascateando o problema para as atenções secundária e terciária. Hoje, a proporção entre unidades de saúde e habitantes é insuficiente, além de muitas entre as disponíveis apresentarem problemas estruturais. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) no fim de 2022, 34% da população – mais de 72 milhões de pessoas – não tem acesso à atenção básica de saúde.</p>
<hr />
<h2><strong><span style="color: #6aac3f;">2. </span></strong><strong>Longas filas de espera para consultas, cirurgias e exames diagnósticos na saúde pública</strong></h2>
<hr />
<p>A espera por atendimento médico, exames e procedimentos é outro problema crítico apontado pelos brasileiros na pesquisa da CNI, relacionado com a falta de profissionais, recursos e leitos. Muitos pacientes esperam durante meses, incluindo aqueles que demandam atendimento imediato ou que precisam de acompanhamento constante.</p>
<p>Embora o Governo Federal tenha lançado programas para reduzir as filas, como o Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF), medida anunciada no início de 2023 com foco em cirurgias eletivas, e o programa Mais Acesso a Especialistas, de abril de 2024, a situação ainda continua crítica: apenas na cidade de São Paulo, a maior do país, até o início deste ano, 445 mil pessoas estavam à espera de atendimento.</p>
<hr />
<h2><strong><span style="color: #6aac3f;">3. </span></strong><strong>Falta de médicos e enfermeiros</strong></h2>
<hr />
<p>O Conselho Federal de Medicina estima que exista 1 médico para cada 470 pessoas no Brasil. Embora a média nacional não seja insatisfatória, a distribuição dos profissionais entre redes pública e privada e geografias é desigual, mesmo com iniciativas como o programa Mais Médicos. O problema também é apontado como prioritário por 20% dos respondentes da pesquisa da CNI.</p>
<p>Um estudo técnico conduzido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com 3.385 municípios brasileiros, em 2023, levantou que 28,9% desses municípios registravam falta de profissionais na atenção básica. E a situação se agrava quando saímos das capitais: mais da metade dos profissionais (55,1%) estão concentrados nas metrópoles, onde vive 23,8% da população. Isso significa que menos da metade dos médicos atende a cerca de ¾ dos habitantes.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-22823 size-full" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/10/preocupaciones_salud_aux.jpg" alt="Six Key Health Concerns for Brazilians" width="736" height="325" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/10/preocupaciones_salud_aux.jpg 736w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/10/preocupaciones_salud_aux-300x132.jpg 300w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></p>
<hr />
<h2><strong><span style="color: #6aac3f;">4. </span></strong><strong>Problemas de acessibilidade aos cuidados com a saúde mental</strong></h2>
<hr />
<p>Segundo a pesquisa “Global Health Service Monitor 2023”, realizada pela Ipsos, cinco em cada dez brasileiros (52%) acreditam que a saúde mental é o principal problema do país em termos de bem-estar da população. A questão se agravou após a pandemia de Covid-19: segundo divulgação de 2024 do estudo mundial Global Mind Project, feito com mais de 420 mil pessoas em 70 países, a saúde mental dos brasileiros pós-pandemia é uma das piores do mundo. Hoje, estima-se que mais de 18 milhões de brasileiros sofram com transtornos como ansiedade e depressão.</p>
<p>Além da falta de acesso à assistência – segundo relatório de 2023 da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), 80% das pessoas diagnosticadas com ansiedade e depressão nas Américas não têm acesso a tratamento –, o setor enfrenta outras barreiras, como preconceito e estigmatização, falta de apoio da família e suporte social e no ambiente de trabalho.</p>
<hr />
<h2><strong><span style="color: #6aac3f;">5. </span></strong><strong>Aumento consecutivo dos planos de saúde</strong></h2>
<hr />
<p>Embora a saúde suplementar seja fundamental para desafogar o sistema público e gere maior sensação de segurança à população que tem acesso a ela, os aumentos constantes nos valores dos planos de saúde têm sido motivo de preocupação. De acordo com o relatório da XP Investimentos baseado em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), divulgado em 2024, os planos de saúde coletivos registraram aumento de mais de 14% em terceiro ano consecutivo de alta, sendo que alguns planos chegaram a mais de 20% de reajuste.</p>
<p>Vale destacar que, dos 50,9 milhões de beneficiários na saúde suplementar, 88,6% estão nos planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Os planos de saúde individuais e familiares têm reajuste anual máximo de 6,91%, de acordo com o limite estabelecido pela ANS em abril deste ano.</p>
<hr />
<h2><strong><span style="color: #6aac3f;">6. </span></strong><strong>Controle de epidemias como dengue, sarampo e mpox</strong></h2>
<hr />
<p>Após os picos da pandemia de Covid-19, controlada por meio da imunização em todo o mundo, o Brasil segue enfrentando outras epidemias graves, como a de dengue, com picos no primeiro semestre de 2024. Embora com avanço mais lento, a doença, que matou mais de 4 mil pessoas e infectou mais de 6 milhões até junho deste ano, segue em estado de atenção.</p>
<p>Além da dengue, o país está em alerta para a possibilidade de novas epidemias, como a de mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Em setembro, o Brasil registrou 791 casos notificados e 16 mortes em decorrência da doença. Devido à alta transmissibilidade da mpox e o risco que representa às populações mais vulneráveis, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta de surto da doença para todo o mundo.</p>
<p>Doenças anteriormente erradicadas do território nacional, como sarampo e pólio, também voltam a pedir atenção. De acordo com dados apresentados em setembro, durante a 26ª Jornada Nacional de Imunizações, em Recife, pelo menos 4.587 municípios foram classificados como em alto risco para sarampo e 225 foram categorizados como em risco muito alto, totalizando 86% das cidades em todo o país com risco elevado para a doença. Outros 751 foram listados com risco médio e apenas quatro com baixo risco. Ainda na Jornada Nacional de Imunizações foram divulgados dados sobre a poliomielite: 68% dos 5.570 municípios brasileiros estão classificados como em risco alto ou muito alto para a doença. O índice representa um total de 3.781 cidades.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Em conclusão, o cenário da saúde no Brasil enfrenta desafios significativos que se tornaram as principais preocupações da população, especialmente após a pandemia da COVID-19. Questões como a qualidade e a disponibilidade de serviços de saúde públicos, longas filas para atendimento, a escassez de profissionais e o aumento das crises de saúde mental destacam a urgência de reformas. Além disso, o aumento dos custos dos planos de saúde e o ressurgimento de doenças evitáveis, como dengue, sarampo e poliomielite, agravam ainda mais a situação. Abordar essas questões interconectadas será crucial para que o governo e o sistema de saúde brasileiros melhorem os resultados de saúde e assegurem acesso equitativo ao atendimento para todos os cidadãos.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Pronto para se aprofundar nas questões mais urgentes do Brasil e da saúde na América Latina? <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/contato/">Entre em contato conosco hoje mesmo</a>. Na GHI, oferecemos dados personalizados e estudos aprofundados, elaborados para proporcionar uma visão clara do futuro do setor de saúde na região. Vamos juntos explorar como essas tendências podem impactar sua organização e ajudá-lo a se manter à frente da concorrência.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O cenário atual do mercado de saúde brasileiro e um panorama para o futuro</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br-1/o-cenario-atual-do-mercado-de-saude-brasileiro-e-um-panorama-para-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 15:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de saúde é um setor em constante movimento, acompanhando os acontecimentos do mundo, seja em inovação e tecnologia, seja para lidar com novas doenças e epidemias e resolver...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de saúde é um setor em constante movimento, acompanhando os acontecimentos do mundo, seja em inovação e tecnologia, seja para lidar com novas doenças e epidemias e resolver desafios de acesso. O Brasil é um dos maiores mercados de saúde do mundo – só o seu setor hospitalar ocupa a 8ª posição no ranking mundial e o país é um dos grandes importadores e exportadores de dispositivos médicos do planeta –, mas apresenta um mapa complexo nesse aspecto. Se por um lado, possui um programa de saúde pública que é referência mundial, o Sistema Único de Saúde (SUS), além de profissionais de qualidade e hospitais de ponta, por outro, também enfrenta enormes barreiras, como falta de acesso à saúde de qualidade pelas populações mais vulneráveis, atenção primária pública ineficiente, problemas de gestão na saúde pública e rede privada pouco acessível.</p>
<p>As tendências de tecnologia, inovação e serviços mais recentes buscam responder a esses desafios e, ao mesmo tempo, trazer soluções para tornar nossos hospitais, centros cirúrgicos e laboratórios ainda mais eficientes e completos e garantir um atendimento rápido, acessível, de excelência e focado na prevenção.</p>
<p>A seguir, vamos navegar por alguns dos principais pontos do cenário atual do mercado de saúde brasileiro. Confira:</p>
<h2><strong>SAÚDE DIGITAL: PRESENTE E FUTURO</strong></h2>
<p>As ferramentas digitais fazem cada vez mais parte do setor de saúde, democratizando e ampliando o acesso. Entre as inovações, se destacam o uso da Inteligência Artificial e ferramentas como telemedicina, prontuários eletrônicos e softwares de gestão hospitalar, além de, claro, equipamentos de diagnóstico, cirurgia e terapias de última geração, contribuindo para desfechos bem-sucedidos e pós-operatórios mais rápidos e tranquilos.</p>
<h4>Telemedicina: atendimento de qualidade à distância</h4>
<p>Ainda que não seja uma tecnologia totalmente nova, a telemedicina vem ganhando cada vez mais espaço e, principalmente, confiança entre os brasileiros. O formato, que ampliou bastante o atendimento na atenção primária e promoveu acesso a muito mais pacientes, sobretudo durante a pandemia de Covid-19, foi definitivamente incorporado ao setor em 2022, quando foi sancionada a lei que regulamenta a telemedicina no país. Este foi um marco regulatório fundamental que possibilitou o avanço rápido da modalidade. De acordo com a Fenasaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), em 2023, foram 30 milhões de teleatendimentos, um aumento de 172% em comparação ao ano anterior.</p>
<p>Em 2024, o governo federal já investiu centenas de milhões de reais para novos projetos de saúde digital, aumentando ainda mais o escopo da telemedicina. Uma dessas iniciativas é o SUS Digital, cuja missão é garantir o acesso igualitário à toda a população dependente da rede pública, indo além da telemedicina e abordando a telessaúde, um conjunto de ações mais abrangente do que o atendimento clínico, com foco em educação, conscientização e outras atividades.</p>
<h4>Healthtechs: um passo essencial</h4>
<p>Cada vez mais fundamentais no ecossistema de saúde, as healthtechs – startups de tecnologia voltada à saúde – oferecem uma série de inovações que revolucionam a experiência do paciente e a integração entre as diversas pontas de um atendimento, como laboratórios, hospitais e especialistas.</p>
<p>De acordo com um levantamento da Liga Ventures e da Unimed Fesp, o Brasil soma, atualmente, mais de 530 healthtechs, com serviços e produtos oferecidos em diferentes frentes: gestão de processos e planos, plataformas de bem-estar e soluções para agilizar o atendimento e permitir a integração dos dados do paciente, como agendamentos de consultas e exames, diagnósticos, inteligência de dados, prontuário, prescrição e triagem, entre outras.</p>
<p>E um movimento interessante nesse mercado é que, se inicialmente, os fundadores das startups de saúde eram investidores e empreendedores de olho no setor aquecido, hoje vemos mais e mais especialistas da área da saúde empreendendo no meio, o que traz uma evolução muito positiva, aliando conhecimento técnico à tecnologia e respondendo a desafios do dia a dia desses profissionais.</p>
<h4>Inteligência Artificial: novos horizontes</h4>
<p>Tecnologia em crescimento acelerado, a Inteligência Artificial (IA) oferece inúmeras possibilidades para o setor de saúde. Como inovação recente, a IA ainda apresenta limitações, mas já contribui com precisão e eficiência em atendimento e diagnósticos. E este parece ser só o começo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ferramenta tem grande potencial para melhorar a prestação de serviços de saúde pública e privada em todo o mundo, seja no atendimento clínico e cirúrgico, seja na área de pesquisa e desenvolvimento, apoiando predições epidemiológicas, desenvolvimento de medicamentos e tratamentos, vigilância de doenças crônicas e epidemias sazonais e gestão de sistemas.</p>
<p>Outra discussão importante acerca da IA é a possibilidade de oferecer mais autonomia ao paciente, capacitando as pessoas a realizar seus próprios cuidados. Nesse sentido, a ferramenta ainda suscita muitos debates sobre regulamentação e ética, principalmente relacionada à privacidade e segurança dos dados e à responsabilização sobre as possíveis respostas e soluções que a máquina oferece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<section>
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<p><img decoding="async" draggable="false" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2021/04/solutions_hospiscope_hero_210412_01.jpg" width="500" height="250" data-mk-image-src-set="{&quot;default&quot;:&quot;https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2021/04/solutions_hospiscope_hero_210412_01.jpg&quot;,&quot;2x&quot;:&quot;https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2021/04/solutions_hospiscope_hero_210412_01.jpg&quot;,&quot;mobile&quot;:&quot;&quot;,&quot;responsive&quot;:&quot;true&quot;}" /></p>
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<h2 style="color: #6aae3f; margin-top: 14px; margin-bottom: 8px;">AUMENTE SUAS VENDAS DE PRODUTOS CIRÚRGICOS</h2>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>OS DESAFIOS E AS OPORTUNIDADES DO SETOR</strong></h2>
<p>Como dissemos no início deste texto, o mercado de saúde brasileiro é um mapa complexo, apresentando imensos desafios – no entanto, muitas vezes, esses desafios também podem representar cenários favoráveis para evolução e expansão do setor. Alguns exemplos:</p>
<h4>Acesso à saúde de qualidade</h4>
<p>Embora, como já falamos, o SUS seja referência mundial em saúde pública, o setor sofre com as longas filas, precariedade na atenção primária, gestão ineficiente, falta de recursos e insumos e escassez de profissionais de saúde qualificados. Hoje, para minimizar a sobrecarga no sistema público, temos soluções da saúde suplementar que respondem a uma importante deficiência do setor privado: a dificuldade de acesso da população de baixa renda a planos de saúde. Hoje, o mercado disponibiliza produtos flexíveis para pessoas físicas e microempreendedores, com valores mais acessíveis e compatíveis com a realidade dessa população. São inovações que vão desde planos modulares a clínicas e laboratórios populares. De olho no crescimento da classe média, essas modalidades também investem na evolução desse paciente dentro do seu ecossistema, agregando mais produtos e serviços à medida que sua condição de vida melhora.</p>
<h4>Envelhecimento da população</h4>
<p>Outro tópico importante e que está na mira do setor é o envelhecimento da população brasileira. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2016, o Brasil tinha a quinta maior população idosa do mundo, e a projeção é de que, em 2030, o número de idosos ultrapasse o total de crianças entre zero e 14 anos. Se isso significa uma possível sobrecarga no sistema público e um déficit de contribuição para o governo, sob uma ótica diferente, estamos falando do aumento da demanda por serviços de saúde – e não só para tratar doenças, mas com foco em prevenção, longevidade e qualidade de vida. Hoje, já existem produtos, como planos de saúde, pensados exclusivamente para a população idosa. A tendência é que o mercado passe a oferecer mais soluções diferenciadas, não apenas para aqueles que já chegaram à velhice, mas também para pacientes mais jovens que querem se cuidar desde cedo para garantir um futuro mais saudável.</p>
<h4>Sustentabilidade no meio médico e hospitalar</h4>
<p>Diante da crise climática que estamos vivendo, não há como falar de saúde sem mencionar seus impactos no meio ambiente e discutir ideias e soluções para mitigar esses efeitos nocivos. De acordo com um dado divulgado no portal Saúde Business, se o setor de saúde fosse um país, ele seria o quinto maior responsável pelas emissões de CO2 no mundo. São cada vez mais urgentes as discussões sobre uso de materiais biodegradáveis ou reutilizáveis, parcerias com redes de reciclagem, investimento em tecnologia para atendimentos mais eficientes e completos à distância, adoção de fontes de energia limpa, redução no consumo de água e na geração de resíduos, campanhas de engajamento para funcionários e pacientes, entre outras soluções que visam diminuir a pegada de carbono sem afetar a sustentabilidade financeira das instituições.</p>
<p><strong> &#8212;</strong></p>
<p>Em suma, o mercado de saúde brasileiro está em um momento de transformação, enfrentando desafios complexos enquanto se adapta a inovações e novas demandas. Embora o SUS seja uma referência global, as lacunas no acesso à saúde de qualidade e a escassez de profissionais revelam a urgência de reformas. As tendências emergentes, como a telemedicina, a inteligência artificial e o surgimento de healthtechs, oferecem oportunidades valiosas para melhorar a eficiência e a acessibilidade dos serviços de saúde. Além disso, o envelhecimento da população e a necessidade de práticas sustentáveis colocam o setor diante de novas responsabilidades. Ao abordar essas questões interconectadas, o Brasil tem o potencial de não apenas fortalecer seu sistema de saúde, mas também se tornar um líder na inovação e no cuidado centrado no paciente, garantindo um futuro mais saudável para todos.</p>
<h2><strong>Próximos passos</strong></h2>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/contato/">Entre em contato com a GHI</a> e descubra as últimas tendências que estão moldando o setor brasileiro de saúde e de dispositivos e equipamentos médicos. Nossos insights fornecerão os dados de que você precisa para planejar estrategicamente o futuro e descobrir novas oportunidades.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A “megafarmácia” da Cidade do México e seu significado para as empresas farmacêuticas</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/a-megafarmacia-da-cidade-do-mexico-e-seu-significado-para-as-empresas-farmaceuticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2024 01:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde sua posse, no fim de 2018, o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, vem enfrentando uma série de desafios relacionados à disponibilidade e distribuição de medicamentos. Nos últimos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde sua posse, no fim de 2018, o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, vem enfrentando uma série de desafios relacionados à disponibilidade e distribuição de medicamentos. Nos últimos anos, esses problemas tornaram-se tão agudos que os pais de crianças com câncer foram às ruas e bloquearam o trânsito para protestar contra a falta de medicamentos, como os quimioterápicos, dos quais dependia a vida de seus filhos. Devido à escassez generalizada, anestesistas mexicanos viram-se obrigados a reutilizar frascos de morfina, provocando surtos de meningite que causaram a morte de dezenas de pessoas.</p>
<p>Em nível institucional, alguns dos problemas sistêmicos têm origem nas próprias autoridades mexicanas. É sabido que funcionários da COFEPRIS, a agência reguladora do setor farmacêutico no México, protelam a aprovação de novos medicamentos para exigir subornos em troca de sua liberação. O mercado “paralelo” de medicamentos é tão endêmico no país que muitas vezes é difícil determinar quais drogas são verdadeiras e quais são falsificadas. O resultado são graves desequilíbrios no mercado de medicamentos, que López Obrador busca desesperadamente resolver desde que chegou à presidência.</p>
<h2>Uma megafarmácia para remediar os problemas?</h2>
<p>As medidas adotadas por López Obrador para enfrentar os problemas de escassez e distribuição de medicamentos culminaram com a inauguração, em 29 de dezembro de 2023, de uma monumental “megafarmácia” nas imediações da Cidade do México. Com instalações que se estendem por 4 mil metros quadrados, o estabelecimento estatal foi projetado para armazenar e distribuir todo e qualquer medicamento de que os pacientes mexicanos necessitem.</p>
<p>Essa nova farmácia, que na realidade lembra mais um armazém gigantesco, atuará em conjunto com os estabelecimentos de saúde locais, como hospitais, centros médicos e drogarias. A ideia é simples: se estiver com dificuldade para obter pelas vias usuais o medicamento que precisa administrar em seu paciente, o médico ou farmacêutico pode entrar em contato com o armazém e encomendar a medicação. López Obrador garante que os medicamentos solicitados serão enviados em um prazo máximo de 24 a 48 horas.</p>
<h2>Funcionará como planejado?</h2>
<p>Na teoria, esse armazém de medicamentos controlado pelo governo parece uma boa solução. E López Obrador já obteve algum êxito no passado ao usar recursos públicos para melhorar a distribuição de medicamentos. Em 2021, por exemplo, o presidente mexicano recorreu às Forças Armadas e a voluntários para distribuir e aplicar as vacinas contra a Covid-19. Até o fim daquele ano, as vacinas, aplicadas de forma gratuita, estavam disponíveis a praticamente todos os mexicanos que desejassem se vacinar.</p>
<p>Ocorre que alguns dos problemas do modelo de distribuição farmacêutica do México estão diretamente ligados a políticas do próprio presidente. No início de seu mandato, López Obrador mostrou-se inconformado com o alto custo dos medicamentos. Sua solução foi excluir as empresas privadas do processo e fazer o governo adquirir de forma direta, sem intermediação, todos os medicamentos.</p>
<p>López Obrador solicitou ajuda à Organização Mundial da Saúde, mas isso não foi suficiente para compensar a falta de experiência do governo mexicano na aquisição e distribuição de medicamentos, e a iniciativa foi amplamente considerada um fracasso. Segundo especialistas, o governo acabou criando ainda mais gargalos na distribuição, fazendo com que o nível de prescrições não atendidas passasse de 1,5 milhão em 2019 para 22 milhões em 2021. Ainda que a pandemia de Covid-19 tenha sido em parte responsável pelo aumento, trata-se de um salto drástico no número de receitas não atendidas.</p>
<p>Alguns especialistas da área de saúde acreditam que a atual iniciativa do armazém de López Obrador corre riscos similares. Embora reconheçam que a distribuição de vacinas de Covid-19 foi, em grande medida, exitosa, esses especialistas dizem que distribuir com eficiência uma única droga é bem diferente de administrar a distribuição de milhares de medicamentos diferentes para o conjunto da população de um país.</p>
<h2>O potencial impacto da megafarmácia para o setor farmacêutico</h2>
<p>A atual política de controle governamental sobre a aquisição de medicamentos já impõe desafios às empresas envolvidas na produção e comercialização de produtos farmacêuticos no México. À primeira vista, a inauguração dessa megafarmácia colossal não mudará tal paradigma. Pelo contrário, tudo indica que a iniciativa deixará o setor farmacêutico ainda mais à mercê do governo mexicano, que possivelmente terá maior poder de compra, assim como um poder excepcional sobre a distribuição dos medicamentos adquiridos.</p>
<p>Por outro lado, caso o grandioso projeto de armazém de López Obrador seja bem-sucedido, é possível que se abram para as empresas farmacêuticas oportunidades até agora inexistentes no México. Se, por exemplo, a megafarmácia realmente solucionar os problemas de distribuição, a demanda por medicamentos pode aumentar consideravelmente, já que um número cada vez maior de pessoas passará a confiar no sistema, expandindo o volume de vendas ou criando oportunidades para a venda de novos medicamentos para o México.</p>
<p>Evidentemente, tudo isso dependerá da eficiência do novo armazém e de seu modelo de distribuição. De qualquer forma, trata-se de um acontecimento significativo no mercado mexicano de medicamentos, no qual vale a pena ficar de olho ao longo de 2024 e nos próximos anos.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p><a href="mailto:mariana@globalhealthintelligence.com?subject=Quero%20saber%20mais%20sobre%20as%20soluções%20da%20GHI">Entre em contato conosco</a> para obter mais informações sobre as soluções de pesquisa da GHI. Nossa equipe de especialistas pode oferecer análises estratégicas sobre alguns dos temas mais comuns relacionados à saúde nos mercados emergentes da América Latina.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital Civil de Guadalajara: há 229 anos apostando em tecnologias de ponta na atenção ao paciente</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/hospital-civil-de-guadalajara-ha-229-anos-apostando-em-tecnologias-de-ponta-na-atencao-ao-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 00:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Daniel Casillas Inaugurado há quase 230 anos, o Hospital Civil de Guadalajara “Frade Antonio Alcalde” mantém-se como uma das instituições de saúde pública mais importantes do México e continua...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Daniel Casillas</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-21677 alignleft" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/01/dr_andrade.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/01/dr_andrade.jpg 150w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/01/dr_andrade-140x140.jpg 140w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2024/01/dr_andrade-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p>Inaugurado há quase 230 anos, o Hospital Civil de Guadalajara “Frade Antonio Alcalde” mantém-se como uma das instituições de saúde pública mais importantes do México e continua na vanguarda na adoção de novas tecnologias. Para conhecer melhor esse importante hospital e seus planos para o futuro, conversamos com o Dr. Jaime Andrade Villanueva, diretor do Hospital Civil de Guadalajara.</p>
<p><strong>&#8211; Seu hospital vem figurando constantemente entre os mais bem equipados do país. Quais são alguns dos principais tipos de equipamentos médicos que vocês precisam adquirir ou substituir com frequência?</strong></p>
<p>Somos uma instituição que oferece atendimento médico especializado e altamente especializado. O fato de realizarmos 1,15 milhão de procedimentos por ano, somado à complexidade desses procedimentos, exige a renovação e modernização constantes de nossos equipamentos médicos e de diagnóstico. Realizamos anualmente a análise de mais de 5,5 milhões de amostras laboratoriais, 230 mil exames de imagem e 3 mil exames patológicos.</p>
<p>Entre os nossos pontos fortes como instituição estão os equipamentos biomédicos e de tecnologias da informação e comunicação (TICs). Adquirimos equipamentos para realizar um alto número de procedimentos em matéria de diagnósticos e tratamentos. Também fortalecemos a área cirúrgica com 10 novas salas cirúrgicas (incluindo uma sala híbrida, equipada com um tomógrafo portátil) no Antigo Hospital Civil de Guadalajara “Frade Antonio Alcalde” (AHCGFAA) e modernizamos as demais salas cirúrgicas.</p>
<p>Estamos avaliando a possibilidade de instalar um acelerador linear para tratar pacientes oncológicos e pretendemos aumentar nossa capacidade de atendimento para pacientes que necessitam de hemodiálise.</p>
<p><strong>&#8211; Há algum equipamento médico em particular, dotado de tecnologia ou inovações especiais, que o hospital tenha recentemente adquirido ou pretenda adquirir?</strong></p>
<p>Somos o hospital mais bem equipado do sistema público de saúde. Modernizamos a maior parte dos equipamentos de radiologia e imagem ao longo dos últimos três anos, incluindo salas de radiografia, tomografia, hemodinâmica e unidades de ressonância magnética nuclear (RMN), o que ampliou nossa capacidade física instalada e nos permitiu realizar um maior número de procedimentos. Temos o maior número de incubadoras e berços de calor radiante na Unidade de Alta Especialidade Materno-Infantil (UAEMI) e equipamos e modernizamos o setor de atenção integral a crianças e mães. Instalamos equipamentos especializados, como salas de hemodinâmica, neuronavegadores, microscópios de neurocirurgia e equipamentos de análise genética e molecular, para mencionar apenas alguns. Também foram atualizados os equipamentos para o tratamento de Covid-19, incluindo ventiladores volumétricos, monitores multiparamétricos e leitos hospitalares.</p>
<p>O instituto está analisando a viabilidade de adquirir um robô Da Vinci e equipamentos para uma unidade de radioterapia e medicina nuclear (acelerador linear, tomógrafo por emissão de pósitrons (PET scan), tomografia computadorizada de planejamento, cíclotron e unidade de braquiterapia de alta taxa de dose).</p>
<p><strong>&#8211; Quais são os principais fatores que levam uma instituição renomada como o Hospital Civil de Guadalajara a adquirir novos equipamentos?</strong></p>
<p>Somamos 229 anos de atividade no AHCGFAA e outros 35 anos no Novo Hospital Civil de Guadalajara “Dr. Juan I. Menchaca” (NHCGJIM). Mesmo com a modernização constante, temos equipamentos que chegaram ao fim de sua vida útil. Os principais motivos para a aquisição de novos equipamentos referem-se a fatores como o tipo de tratamento oferecido (especializado e altamente especializado), os credenciamentos e/ou certificações do hospital e a integração de sistemas (TICs).</p>
<p><strong>&#8211; O hospital prevê ampliações, reformas ou novas unidades?</strong></p>
<p>Sim, há o Hospital Civil Oriente, com quase 350 leitos – um hospital geral com especialidades que receberá pacientes provenientes de nove municípios do estado. Também estamos realizando reformas nas duas unidades, incluindo laboratórios de microbiologia, bancos de sangue, unidades de terapia intensiva e unidades de terapia intensiva pediátrica, prontos-socorros e prontos-socorros pediátricos e alas para pacientes internados.</p>
<p>Também construiremos 10 novas salas cirúrgicas, incluindo uma híbrida, no AHCGFAA, uma unidade de hemodinâmica no NHCGJIM e uma nova unidade móvel de hemodiálise.</p>
<p><strong>&#8211; Há alguma iniciativa em seu hospital relacionada à atenção ao paciente que o senhor gostaria de compartilhar conosco?</strong></p>
<p>Os procedimentos cirúrgicos que realizamos são cada vez menos invasivos. Realizamos cirurgias laparoscópicas há anos, e adquirimos um sistema de neuronavegação e microscópios cirúrgicos para tratar pacientes com problemas neurológicos. Além disso, estamos realizando cada vez mais procedimentos diagnósticos e terapêuticos endovasculares para estenose, oclusão ou dilatação de vasos sanguíneos, tromboses e substituição de válvulas, entre outros.</p>
<p>Atualmente, o hospital realiza cirurgias fetais e contamos com profissionais capacitados para identificar e tratar pacientes com condições especiais que podem ser tratadas ainda no útero, antes do nascimento. Também realizamos procedimentos complexos, como biópsias fetais, transfusões intrauterinas, amniodrenagem e fetoscopia, assim como pré-natais especializados, voltados para a prevenção de deficiências de curto e longo prazo em recém-nascidos (prevenção de retinopatia do prematuro, displasia broncopulmonar, hemorragia intraventricular e lesões neurológicas). Por último, temos experiência no diagnóstico e tratamento de malformações congênitas, como as cardiovasculares e gastrointestinais, da coluna vertebral e do sistema nervoso central.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INFOGRÁFICO: Visão Geral dos Dados do Mercado de Equipamentos Médicos da América Latina</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/infografico-visao-geral-dos-dados-do-mercado-de-equipamentos-medicos-da-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 17:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma análise rápida e prática dos principais números para ajudar sua empresa a impulsionar suas vendas e estratégias de marketing]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma análise rápida e prática dos principais números para ajudar sua empresa a impulsionar suas vendas e estratégias de marketing</p>
<p>Usando dados do seu recente relatório <a href="https://medical-equipment-market-report-latin-america.com/?h" target="_blank" rel="noopener">MedTech Outlook</a>, a GHI atualizou seu renomado infográfico Visão Geral dos Dados do Mercado de Equipamentos Médicos da América Latina. Esse infográfico oferece um panorama rápido e, ao mesmo tempo, substancial do mercado de equipamentos médicos da região, apresentando informações como:</p>
<ul>
<li>Base global de equipamentos instalados</li>
<li>Tendências de crescimento para diferentes tipos de equipamentos médicos na América Latina em 2022</li>
<li>Tendências gerais de crescimento para o período de 2019 a 2022 em várias verticais</li>
<li>Expansão no total de equipes para cada país, incluindo Argentina, Brasil, Colômbia e México</li>
<li>Projeções de crescimento para diferentes verticais de equipamentos médicos na América Latina</li>
</ul>
<p>E muito mais.</p>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/11/infographic_data_portrait_medical_equipment_market_pt_full-scaled-1.jpg" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para baixar sua cópia do infográfico Visão Geral dos Dados do Mercado de Equipamentos Médicos da América Latina.</a></p>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/11/infographic_data_portrait_medical_equipment_market_pt_full-scaled-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21539" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/11/infographic_data_portrait_medical_equipment_market_pt-scaled-1.jpg" alt="INFOGRÁFICO: Visão Geral dos Dados do Mercado de Equipamentos Médicos da América Latina" width="800" height="7411" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clínica Universitária Bolivariana: Prestar cuidados integrais de saúde com valor</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/clinica-universitaria-bolivariana-prestar-cuidados-integrais-de-saude-com-valor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 18:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://globalhealthintelligence.com/nao-categorizado/clinica-universitaria-bolivariana-prestar-cuidados-integrais-de-saude-com-valor/</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva à GHI, o diretor de assistência médica da Clínica Universitária Bolivariana, Wilmar Alonso Alcaraz Otalvaro, fala sobre os desafios da instituição e seus planos para o futuro....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-21469 size-full" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/10/wilmar.jpg" alt="Wilmar Alonso Alcaraz Otalvaro" width="150" height="150" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/10/wilmar.jpg 150w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/10/wilmar-140x140.jpg 140w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/10/wilmar-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p>Em entrevista exclusiva à GHI, o diretor de assistência médica da Clínica Universitária Bolivariana, Wilmar Alonso Alcaraz Otalvaro, fala sobre os desafios da instituição e seus planos para o futuro.</p>
<p><strong>Seu hospital vem figurando constantemente entre os mais bem equipados do país. Poderia nos dizer quais são alguns dos principais tipos de equipamentos médicos que o hospital precisa adquirir ou substituir com frequência?</strong></p>
<p>A Clínica Universitária Bolivariana oferece serviços de saúde em todos os níveis de atenção, sobretudo na média e alta complexidade, na maioria das especialidades a toda a população de Medellín, Antioquia e do país, com foco especial nos cuidados materno-infantis. Prestamos serviços ambulatoriais e hospitalares em diversas especialidades clínicas e cirúrgicas, entre as quais se destacam a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Adultos, a Unidade Materno-Infantil para atendimento ao binômio mãe-filho e todos os serviços de apoio diagnóstico. Estamos planejando uma renovação das tecnológicas biomédicas com o objetivo de manter as condições de segurança e a oferta de cuidados de alta complexidade ao binômio mãe e filho. Nesse sentido, os equipamentos que mais necessitam de renovação são os relacionados aos cuidados intensivos neonatais (incubadoras, ventiladores, mantas térmicas, berços de calor radiante), além de equipamentos de diagnóstico por imagem, que vão desde os mais básicos, como os tradicionais aparelhos de radiografia portáteis, a tecnologias adicionais mais sofisticadas, como os intensificadores de imagem (arcos em C).<em> </em></p>
<p><strong>O hospital adquiriu recentemente ou planeja adquirir algum dispositivo médico específico que conta com uma tecnologia ou inovação especial?</strong></p>
<p>Renovamos o tomógrafo da marca Phillips, um aparelho de 128 cortes que permite ampliar a capacidade de realizar um maior número de tomografias. Temos planos de modernizar nossos berços aquecidos e incubadoras e adquirir um aparelho de radiografia fixo e um equipamento de ressonância magnética. Além disso, em parceria com fornecedores, planejamos adquirir uma máquina de diálise infantil (neonatal).</p>
<p><strong>Quais são os principais fatores que levam instituições renomadas como a Clínica Universitária Bolivariana a adquirir novos equipamentos?</strong></p>
<p>A principal razão é prestar serviços seguros a nossos pacientes com uma atenção integral. Além disso, priorizamos a prestação de serviços oportunos e a ampliação do portfólio de serviços de acordo com as necessidades de saúde da população que atendemos.</p>
<p><strong>Que tipo de desafios de saúde a Clínica Universitária Bolivariana enfrenta atualmente?</strong></p>
<p>O principal desafio é a transição demográfica e o perfil de morbidade dos pacientes. Outros desafios são a necessidade de ter estratégias de informação assertivas na área da saúde, devido à demanda de pacientes mais informados que buscam as melhores alternativas clínicas para o seu tratamento; a eficiência no uso de recursos e tecnologias; trabalhar conjuntamente em redes integradas de assistência médica; promover a interoperabilidade das tecnologias biomédicas com sistemas de informação que permitam ao pessoal administrativo e clínico dispor de informações para a tomada de decisões, reduzindo as ineficiências e desperdícios nos cuidados de saúde; e alcançar a sustentabilidade social, ambiental e financeira da clínica.</p>
<p><strong>O hospital prevê ampliações, reformas ou novas unidades?</strong></p>
<p>Sim, estamos planejando uma unidade de atenção ambulatorial, com serviços básicos de imagem, coleta de amostras e salas de pequenos procedimentos.</p>
<p><strong>De que tipo de equipamentos, dispositivos ou recursos o senhor acredita que os hospitais colombianos mais necessitarão e/ou serão mais imprescindíveis nos próximos anos?</strong></p>
<p>Todos os equipamentos relacionados aos cuidados de doenças crônicas, neurológicas, urológicas, musculoesqueléticas e neurodegenerativas, bem como equipamentos relacionados à interoperabilidade com sistemas de informação e utilização de inteligência artificial para subsidiar a tomada de decisões clínicas e administrativas.</p>
<p><strong>O hospital está implementando alguma iniciativa nova de atendimento que o senhor poderia compartilhar conosco?</strong></p>
<p>Sim, estamos introduzindo modelos de serviços e padrões de prática baseados nas condições clínicas e um modelo de atendimento baseado na gestão de riscos clínicos obstétricos por meio do telemonitoramento.</p>
<p><strong>Que outros problemas ou desafios de saúde o senhor observou recentemente, agora que a pandemia está chegando ao fim?</strong></p>
<p>O aumento dos casos de doenças mentais e o agravamento das doenças crônicas constituem desafios significativos, assim como a maior exigência dos usuários pela prestação de serviços de saúde de qualidade e as crescentes necessidades e expectativas dos pacientes, famílias e profissionais de saúde em um contexto de recursos finitos. Outro desafio é o empoderamento do paciente para o autocuidado de sua saúde e a incorporação de estilos de vida saudáveis e de bem-estar da população com ou sem riscos à saúde. Há também a questão da detecção e intervenção de riscos individuais à saúde com o uso de todas as novas tecnologias, o que implica a transição de um modelo de atenção geral para outro de atenção especializada. Por fim, existem serviços de saúde baseados em dados compartilhados entre aplicativos, prontuários médicos e sistemas de cuidados, permitindo que as instituições superem barreiras a fim de integrar soluções baseadas em informações clínicas.</p>
<h4>Sobre a Clínica Universitária Bolivariana</h4>
<p>Localizada na Colômbia, a Clínica Universitária Bolivariana é uma instituição de saúde de média e alta complexidade com credenciamento de alta qualidade e certificada como Hospital Universitário.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EM FOCO: Hospital Alemão Oswaldo Cruz:Usando seus 3 pilares – inovação, pesquisa e educação – para oferecer o melhor atendimento aos pacientes</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/em-foco-hospital-alemao-oswaldo-cruz-usando-seus-3-pilares-inovacao-pesquisa-e-educacao-para-oferecer-o-melhor-atendimento-aos-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 15:51:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Alanna Della Nina  Um dos maiores e mais bem equipados hospitais do Brasil, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é conhecido por oferecer tratamentos de alta complexidade e  seu modelo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Alanna Della Nina</strong><strong> </strong></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-21429 alignleft" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/09/dr_da_silva.jpg" alt="Dr. Da Silva" width="150" height="150" />Um dos maiores e mais bem equipados hospitais do Brasil, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é conhecido por oferecer tratamentos de alta complexidade e  seu modelo assistencial diferenciado, que coloca o paciente no centro do cuidado.</p>
<p>A seguir, o Dr. Antonio da Silva Bastos Neto, Diretor Médico Executivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, discute novos equipamentos, pesquisa e inovação, atendimento ao paciente, os desafios enfrentados pelo setor de saúde, novas iniciativas e o que esperar no futuro.</p>
<p><strong>Quais são os principais modelos de equipamento médico que a instituição costuma adquirir ou substituir com mais frequência?</strong></p>
<p><strong>Dr. Antonio da Silva Bastos Neto:</strong> O Hospital Alemão Oswaldo Cruz é um hospital quaternário, opera em nível de complexidade alta até o tratamento, por exemplo, dos transplantes. Nós fazemos todos os transplantes aqui no hospital. Então os equipamentos mais frequentes adquiridos são para diagnóstico – ressonâncias, tomografias, ultrassom. Junto com esses equipamentos diagnósticos, cresce cada vez mais a necessidade de intervenções por diagnóstico. À medida que melhoro a capacidade de diagnóstico, consigo fazer um diagnóstico mais precoce e, assim, também fazer intervenções mais precocemente guiadas por imagem.</p>
<p><strong>Há outros equipamentos, com tecnologia e inovação que se destaquem no cuidado com a saúde, que o hospital adquiriu recentemente ou tem planos de adquirir?</strong></p>
<p><strong>Dr. Antonio: </strong>Recentemente, acho que há cerca de três anos, adquirimos um equipamento chamado Halcyon. É o primeiro da América Latina que faz o tratamento com radioterapia com um altíssimo nível de precisão, o que reduz o número de sessões e, logo, a exposição do paciente à radiação a pelo menos ¼. É uma melhor experiência para o paciente, mais assertividade do tratamento e aumento da produtividade para a instituição.</p>
<p><strong>Quais são os principais fatores que levam uma instituição de referência como o Hospital Alemão Oswaldo Cruz a adquirir um novo equipamento?</strong></p>
<p><strong>Dr. Antonio: </strong>Acho que a coisa mais básica, mas é um compromisso que a instituição tem com o seu paciente, é manter os equipamentos em condição perfeita de uso. E, para isso, com uma estrutura de engenharia clínica própria e manutenção feita pela própria equipe, temos clareza do tempo de obsolescência. O segundo ponto é quando a gente observa que aquela tecnologia vai trazer uma melhor experiência para o paciente, um cuidado mais preciso.</p>
<p><strong>Quais desafios na área da saúde o Hospital Alemão Oswaldo Cruz enfrenta atualmente?</strong></p>
<p><strong>Dr. Antonio: </strong>Vivemos uma realidade muito particular atualmente por causa da pandemia. A sinistralidade das fontes pagadoras está muito alta. É recorde. E, cada vez mais, no mercado de saúde você tem que ser mais eficiente. Você tem que ter o menor custo e uma capacidade de gerar caixa em investimentos de forma a se manter na sua vocação de ser um hospital de excelência. Então, o desafio dentro desse mercado é se consolidar cada vez mais como uma opção de qualidade e que os pacientes tenham a convicção de que estão num hospital que presta assistência. Outro desafio é que, à medida que a tecnologia vai chegando, você tem que ter clareza do benefício que ela vai trazer e não sair comprando simplesmente por querer ser o primeiro a tê-la. Todo investimento precisa gerar valor. E esse é um compromisso com o qual temos que ter muito cuidado, para o hospital manter a sua qualidade e a capacidade de investir nas tecnologias que agregam valor. Então, quando falo que a instituição tem no seu valor a inovação, não é a inovação a qualquer preço. Por isso, a governança do hospital precisa estar sempre focada nessa geração de valor, porque tem uma responsabilidade em cuidar das pessoas.</p>
<p><strong>O hospital tem planos de expansão, renovação ou abertura de novas unidades?</strong></p>
<p><strong>Dr. Antonio:</strong> A renovação é um compromisso constante. À medida que o tempo passa, as estruturas precisam ser adequadas, ampliadas. Atualmente, operamos dois planos diretores. Um dentro da Unidade Paulista e um de tecnologia, com o objetivo de fortalecer a nossa segurança de dados e melhorar a qualidade da tecnologia dentro do âmbito do hospital. Nós temos, hoje, duas unidades e o Instituto Social, que atualmente faz a gestão do Hospital dos Estivadores, em Santos. Já somos qualificados como instituições capazes de fazer gestão por meio da Organização Social de Saúde, e também de ampliar esse conhecimento, essa experiência, para melhorar o cenário da saúde do país. Então esse compromisso está dentro da nossa estratégia, o crescimento é consequência. Consequência dos resultados, das nossas ambições. Além disso, temos um plano estratégico traçado para os próximos cinco anos que, de fato, prevê o crescimento das unidades. Investimos muito, também, em pesquisa e educação, formando médicos. Entendemos que a pesquisa fortalece a nossa reputação. Tecnologia você compra, prédio você constrói. Agora gerar conhecimento é algo que envolve uma cultura, corpo clínico, envolve uma estrutura que hoje são nossos pilares: inovação, pesquisa e educação. Então também temos investido nessa dimensão, para que o hospital faça o seu papel social e contribua gerando conhecimento.</p>
<p><strong>Sobre o Hospital Alemão Oswaldo Cruz</strong></p>
<p>Fundado em 1897, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é um dos maiores hospitais da América Latina.  Possui 10 centros de especialidades, cada um com equipes multidisciplinares com formação e conhecimentos específicos nas principais áreas da saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os hospitais mais bem equipados do Brasil em 2023</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 02:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
		<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://globalhealthintelligence.com/nao-categorizado/os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/</guid>

					<description><![CDATA[Embora existam vários rankings de hospitais brasileiros, a maioria tem como objetivo eleger os “melhores”, geralmente com base em um índice desenvolvido pela própria empresa que produz o ranking. Esses...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora existam vários rankings de hospitais brasileiros, a maioria tem como objetivo eleger os “melhores”, geralmente com base em um índice desenvolvido pela própria empresa que produz o ranking. Esses rankings não têm muito especificidade porque seu principal critério são pontuações gerais de qualidade. Por conta disso, profissionais de vendas, marketing e inteligência empresarial não podem utilizar esses relatórios como fonte de dados específicos sobre os hospitais listados.</p>
<p>É exatamente esse o diferencial do HospiRank.</p>
<p>Desenvolvido pela Global Health Intelligence (GHI) e publicado pela primeira vez em 2017, o ranking do HospiRank Brasil baseia-se estritamente nos equipamentos hospitalares disponíveis no Brasil. O relatório se divide em oito categorias específicas e inclui as quantidades de equipamentos de cada hospital informadas diretamente por representantes dessas instituições. Ainda que os equipamentos disponíveis sejam apenas um dos vários componentes necessários para determinar a qualidade de um hospital, o HospiRank Brasil NÃO pretende ser um ranking qualitativo ou um recurso para pacientes. Seu objetivo, em vez disso, é ajudar equipes de vendas e marketing a entender melhor os recursos dos hospitais brasileiros em termos de equipamentos básicos instalados.</p>
<p>É comum as empresas cobrarem caro por esse tipo de informação de mercado, mas a GHI disponibiliza o HospiRank Brasil <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/">gratuitamente em seu site</a>. Embora represente apenas uma pequena parte dos dados de inteligência de mercado oferecidos pela Global Health Intelligence, o relatório é um recurso valioso para aprofundar a compreensão do mercado de equipamentos e dispositivos médicos do Brasil e da América Latina.</p>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/"><button style="background-color: #62bc33; border: none; color: white; padding: 10px; text-align: center; text-decoration: none; display: inline-block; font-size: 16px; cursor: pointer; margin: 4px 2px; border-radius: 0px;"> OBTENHA O HOSPIRANK 2023 </button><br />
</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20930" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/tipos_de_equipo_cubiertos_por_hospirank.jpg" alt="Equipment Types Covered by HospiRank" width="736" height="325" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/tipos_de_equipo_cubiertos_por_hospirank.jpg 736w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/tipos_de_equipo_cubiertos_por_hospirank-300x132.jpg 300w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></p>
<h2>Tipos de equipamentos cobertos pelo HospiRank Brasil</h2>
<p>Para todos os hospitais brasileiros listados no HospiRank, você terá acesso aos seguintes dados:</p>
<ul>
<li>Número de aparelhos de anestesia nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de angiógrafos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de leitos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de densitômetros ósseos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de arcos cirúrgicos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de cobaltoterapia nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de colposcópios nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de tomógrafos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de ecocardiógrafos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de endoscopia nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de torres de endoscopia nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de ECG/eletrocardiograma nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de eletrocautério nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de câmaras gama nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de incubadoras nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de bombas de infusão nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aceleradores lineares nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de ressonância magnética nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de centros cirúrgicos nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de monitores de pacientes nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de tomógrafos por emissão de pósitrons nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de berços de calor radiante nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de radioterapia nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de mamografia estereotáxica nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de mesas cirúrgicas nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de ultrassom nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de ventiladores nos principais hospitais brasileiros</li>
<li>Número de aparelhos de radiografia nos principais hospitais brasileiros</li>
</ul>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/"><button style="background-color: #62bc33; border: none; color: white; padding: 10px; text-align: center; text-decoration: none; display: inline-block; font-size: 16px; cursor: pointer; margin: 4px 2px; border-radius: 0px;"> OBTENHA O HOSPIRANK 2023 </button><br />
</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20933" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/datos_mas_amplios_sobre_los_hospitales_latinoamericanos.jpg" alt="Broader Data on Latin American Hospitals" width="736" height="325" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/datos_mas_amplios_sobre_los_hospitales_latinoamericanos.jpg 736w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/datos_mas_amplios_sobre_los_hospitales_latinoamericanos-300x132.jpg 300w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></p>
<h2>Entrevistas com hospitais renomados</h2>
<p>O HospiRank Brasil 2023 também traz entrevistas esclarecedoras com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, dois dos principais hospitais do Brasil. As entrevistas ajudam fabricantes de equipamentos e dispositivos médicos a entender mais a fundo as aquisições de equipamentos feitas pelos hospitais, bem como seus objetivos estratégicos e planos de expansão futura.</p>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/"><button style="background-color: #62bc33; border: none; color: white; padding: 10px; text-align: center; text-decoration: none; display: inline-block; font-size: 16px; cursor: pointer; margin: 4px 2px; border-radius: 0px;"> OBTENHA O HOSPIRANK 2023 </button><br />
</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20936" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/datos_de_hospitales_latinoamericanos_por_paises.jpg" alt="Country-Level Data for Latin American Hospitals" width="736" height="325" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/datos_de_hospitales_latinoamericanos_por_paises.jpg 736w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/07/datos_de_hospitales_latinoamericanos_por_paises-300x132.jpg 300w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></p>
<h2>Dados abrangentes sobre hospitais latino-americanos</h2>
<p>Além de detalhar o número de diferentes tipos de equipamentos, o HospiRank Brasil também traz números agregados para mais de 90% dos hospitais da América Latina, incluindo o Brasil. Esses dados incluem:</p>
<ul>
<li>Número médio de salas cirúrgicas por hospital nos hospitais da América Latina</li>
<li>Níveis de penetração de equipamentos básicos nos hospitais da América Latina</li>
<li>Níveis de penetração de equipamentos especializados nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de tomógrafos nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de salas de parto nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de aparelhos de ECG nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de máquinas de hemodiálise nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de leitos hospitalares nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de aparelhos de ressonância magnética nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de salas cirúrgicas nos hospitais da América Latina</li>
<li>Número total de ventiladores nos hospitais da América Latina</li>
</ul>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/"><button style="background-color: #62bc33; border: none; color: white; padding: 10px; text-align: center; text-decoration: none; display: inline-block; font-size: 16px; cursor: pointer; margin: 4px 2px; border-radius: 0px;"> OBTENHA O HOSPIRANK 2023 </button><br />
</a></p>
<h2>Dados sobre hospitais latino-americanos desagregados por país</h2>
<p>Para complementar os dados relativos ao Brasil, o HospiRank Brasil 2023 também inclui dados sobre a infraestrutura hospitalar – incluindo as quantidades de 14 tipos diferentes de equipamentos médicos – de diversos países latino-americano:</p>
<ul>
<li>Dados do mercado hospitalar da Argentina</li>
<li>Dados do mercado hospitalar da Bolívia, Uruguai e Paraguai</li>
<li>Dados do mercado hospitalar do Chile</li>
<li>Dados do mercado hospitalar da Colômbia</li>
<li>Dados do mercado hospitalar da República Dominicana e Porto Rico</li>
<li>Dados do mercado hospitalar do Equador</li>
<li>Dados do mercado hospitalar da Guatemala, Nicarágua, Panamá e Honduras</li>
<li>Dados do mercado hospitalar do México</li>
<li>Dados do mercado hospitalar do Peru</li>
</ul>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/"><button style="background-color: #62bc33; border: none; color: white; padding: 10px; text-align: center; text-decoration: none; display: inline-block; font-size: 16px; cursor: pointer; margin: 4px 2px; border-radius: 0px;"> OBTENHA O HOSPIRANK 2023 </button><br />
</a></p>
<p>Relatórios individuais para outros países latino-americanos estão disponíveis para a imprensa mediante solicitação. Jornalistas podem <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/hospirank-os-hospitais-mais-bem-equipados-do-brasil-em-2023/">entrar em contato com a GHI pelo site</a> para solicitar o relatório relativo a seu país (ou países) de interesse.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Análise do mercado de cirurgia robótica na América Latina</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/analise-do-mercado-de-cirurgia-robotica-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 01:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://globalhealthintelligence.com/nao-categorizado/analise-do-mercado-de-cirurgia-robotica-na-america-latina/</guid>

					<description><![CDATA[O mercado de cirurgia robótica da América Latina deverá crescer a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 22,1% entre 2022 e 2027, atingindo a marca de US$ 2,62...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de cirurgia robótica da América Latina deverá crescer a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 22,1% entre 2022 e 2027, atingindo a marca de <a href="https://www.marketdataforecast.com/market-reports/la-medical-robots-market" target="_blank" rel="noopener">US$ 2,62 bilhões em 2027</a>.</p>
<p>Na GHI, monitoramos de perto esse mercado latino-americano com o objetivo de pesquisar e atualizar registros referentes a:</p>
<ul>
<li>Hospitais que contam com sistemas de cirurgia robótica em diferentes países</li>
<li>Marca, modelo e ano adquirido para cada sistema</li>
<li>Tipo de instituição que adquiriu o sistema (pública, privada ou mista)</li>
<li>Marcas com maior participação de mercado</li>
<li>Outros dados estratégicos</li>
</ul>
<p>Nossa pesquisa revelou uma série de dados interessantes, tais como:</p>
<ul>
<li>As aquisições de cirurgia robótica possivelmente registraram o maior crescimento durante o pico da pandemia de Covid-19</li>
<li>Os hospitais brasileiros têm cerca de metade do total de robôs cirúrgicos da América Latina</li>
<li>Em todos os países, exceto um, de 70 a 80% dos hospitais que contam com robôs cirúrgicos são privados</li>
<li>Quase 15% dos hospitais latino-americanos com sistemas de cirurgia robótica têm mais de um desses sistemas</li>
</ul>
<h2>Próximos passos</h2>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/contato/" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato conosco</a> para saber como obter nosso conjunto de dados completo sobre aquisições de cirurgia robótica na América Latina na forma de um relatório – ou como parte de um estudo mais abrangente que pode ajudá-lo a identificar futuras oportunidades de vendas, a direção do mercado e muito mais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dados e perspectivas sobre sobre o mercado de equipamentos médicos</title>
		<link>https://globalhealthintelligence.com/pt-br/analise-de-ghi-pt-br/dados-e-perspectivas-sobre-sobre-o-mercado-de-equipamentos-medicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Chazaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 08:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de GHI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://globalhealthintelligence.com/nao-categorizado/dados-e-perspectivas-sobre-sobre-o-mercado-de-equipamentos-medicos/</guid>

					<description><![CDATA[Mais uma vez, a equipe da Global Health Intelligence criou uma série de relatórios intitulados Pulso do mercado médico latino-americano. Nosso objetivo é monitorar os últimos acontecimentos e tendências nos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, a equipe da Global Health Intelligence criou uma série de relatórios intitulados Pulso do mercado médico latino-americano.</p>
<p>Nosso objetivo é monitorar os últimos acontecimentos e tendências nos hospitais da América Latina e compartilhar essas atualizações com nosso público. Atualmente, nossa equipe mantém contato regular com milhares de hospitais para alimentar nosso banco de dados <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/solucoes-estrategicas/hospiscope-banco-de-dados-hospitalares/">HospiScope</a> e incorporar novos dados ao nosso serviço de <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/solucoes-estrategicas/monitoramento-de-hospitais-da-america-latina/">Monitoramento de Hospitais da América Latina.</a></p>
<p>O que fizemos foi aproveitar esse contato contínuo para produzir este material para nossos leitores. Esta edição do relatório Pulso do mercado médico latino-americano abrange as principais perspectivas do mercado de equipamentos médicos em alguns países da América Latina e discute tópicos como:</p>
<ul>
<li>Tendências e demanda por suturas na Argentina, Brasil, Chile e Colômbia</li>
<li>Considerações sobre compras e preços de suturas</li>
<li>Principais atributos das suturas e preferências de marca</li>
</ul>
<p>E muito mais!</p>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/06/q1-_-q2-2022-industry-insights-latam-sutures-20221027-cl-brpt.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20024" src="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/06/q1_q2_2022_industry_insights_latam_sutures_20221027_cl_cover_pt.jpg" alt="Dados e perspectivas sobre sobre o mercado de equipamentos médicos" width="273" height="346" srcset="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/06/q1_q2_2022_industry_insights_latam_sutures_20221027_cl_cover_pt.jpg 273w, https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/06/q1_q2_2022_industry_insights_latam_sutures_20221027_cl_cover_pt-237x300.jpg 237w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /></a></p>
<p><a href="https://globalhealthintelligence.com/wp-content/uploads/2023/06/q1-_-q2-2022-industry-insights-latam-sutures-20221027-cl-brpt.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para baixar o relatório.</a></p>
<h2>Aprofunde seus conhecimentos</h2>
<p>Este relatório é só o começo. Se quiser ter acesso a dados muito mais detalhados e atualizações mensais, assine o serviço de <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/solucoes-estrategicas/monitoramento-de-hospitais-da-america-latina/">Monitoramento de Hospitais da América Latina</a> da GHI. O serviço é acessado por meio de uma plataforma Power BI que apresenta os dados de forma simples e eficiente. <a href="https://globalhealthintelligence.com/pt-br/solucoes-estrategicas/monitoramento-de-hospitais-da-america-latina/">Clique aqui</a> para saber mais sobre como assinar o serviço de Monitoramento de Hospitais da América Latina.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
